Soluções para os Riscos Químico, Toxicológico e Ambiental

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A Regulamentação publicada 20ª Revisão do Orange Book/ONUA Organização das Nações Unidas (ONU) tornou disponível nos últimos dias a versão eletrônica da 20ª revisão do Recommendations on the Transport of Dangerous Goods, também conhecido como Orange Book. Este Regulamento modelo faz parte do esforço da ONU em harmonizar mundialmente o transporte de produtos perigosos nos diferentes modais existentes, aumentando a proteção da saúde e meio ambiente e facilitando o comércio mundial. 

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Recentemente foram liberadas as primeiras notas Qualis/CAPES referentes ao quadriênio 2013-2016. As notas que anteriormente eram liberadas somente uma vez, e representavam cada ano individualmente, mudaram seu formato de apresentação em 2017. A partir desse ano existem três diferentes datas para apresentação de notas, além disso elas passam a ser uma média da avaliação dos 4 anos que compõem o quadriênio (anteriormente elas eram anuais).

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Pela primeira vez, Santa Catarina sediou a reunião sobre a legislação de transporte de carga perigosa. Nos anos anteriores, o evento era realizado em São Paulo. O gerente de Gestão de Produtos Perigosos da Defesa Civil SC, Almir Vieira, fez o convite e a equipe aceitou o desafio. O evento foi realizado no auditório do FIESC, em Florianópolis, na quinta-feira, 19.

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A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) publicou, em 14 de agosto de 2017, uma Emenda da NBR 14725: 2012 quem em conjunto com a versão corrigida de 2015 da mesma norma originou a terceira edição da Parte 3: Rotulagem da NBR 14725 - Produtos químicos - Informações sobre segurança, saúde e meio ambiente que estabelece as informações de segurança relacionadas ao produto químico perigoso a serem incluídas na rotulagem.

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As doenças do trabalho representam forte impacto socio-econômico negativo para a sociedade, que pode ser minimizado pela incorporação dos princípios da Higiene Ocupacional nos projetos de Engenharia de processos produtivos. Segundo estatisticas da União Europeia publicadas em 2009, existe um imenso iceberg de doenças do trabalho nos Países Membros, responsável por uma mortalidade 21 vezes maior que a resultante dos acidentes do trabalho. Quase metade do total de doenças do trabalho mortais resultou da exposição a produtos químicos, evidenciando alta prioridade para o fortalecimento das ações preventivas de Segurança Química na região. (EU-OSHA, 2009). A Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS/OMS) estima que, no máximo, 5% dos casos de doenças ocupacionais que ocorrem na América Latina são notificados (GOELZER, 2014). Em virtude da falta de investigação, diagnóstico e notificação, as estatísticas do INSS referentes a 2015 apontam que, do total de acidentes e doenças do trabalho comunicados, apenas 2,63% correspondem às doenças do trabalho, o que confirma os dados da OPAS/OMS. É provável a existência, no Brasil, de um iceberg de doenças do trabalho ainda maior que o dos países da União Europeia, gerando altos custos para a Previdência Social e baixa produtividade nas organizações brasileiras.

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